Cavaquinho & banjo · do zero

Aprenda a tocar cavaquinho e banjo sem complicação.

Aulas passo a passo, um dicionário de acordes que toca o som de verdade e um afinador — tudo de graça, direto no navegador.

Sol Maior
G

Cavaquinho

Corpo de madeira, som doce e marcante. O coração da roda de samba e do choro.

&

Mesma afinação,
mesmas cordas,
mesmos acordes.

Banjo

Aro metálico e pele esticada: som mais alto e cortante, feito para o pagode.

Do zero ao avançado

Aulas — Básico, Intermediário e Avançado

Cavaquinho e banjo de samba usam a mesma afinação e as mesmas cordas — aprenda num, sabe tocar nos dois. Percorra os módulos em ordem ou vá direto ao que precisa.

01

Conheça o instrumento

Antes de tocar, identifique cada parte — isso vai facilitar entender todas as instruções de aulas e cifras.

Cabeça (voluta)Topo do braço onde ficam as cravelhas.
CravelhasParafusos que afinam cada corda — gire para tensionar (subir o tom) ou afrouxar (baixar).
Pestana (nut)Peça na base da cabeça que guia as cordas e define a altura delas sobre o braço.
Braço (escaleta)A parte comprida onde a mão esquerda aperta as cordas.
TrastesAs barras de metal encravadas no braço. Cada espaço entre dois trastes = uma casa.
CasaO espaço entre dois trastes. "2ª casa" = segundo espaço a partir da pestana.
CorpoA caixa de madeira (ou aro metálico no banjo) que amplifica o som.
CavaletePeça no corpo onde as cordas se apoiam antes de chegar ao botão de fixação.
💡 Dica: O cavaquinho tem 4 cordas de metal e corpo de madeira. O banjo tem aro metálico com pele esticada — mais volume e corte, perfeito para o pagode.
02

Postura e posição das mãos

Mão esquerda (acorde)

  • Polegar atrás do braço, no centro — nunca em cima.
  • Dedos curvados, tocando as cordas na ponta da falange.
  • Aperte perto do traste da frente (mais grave), não no meio da casa.
  • Relaxe o pulso — tensão cansa e desafina.

Mão direita (batida/palhetada)

  • Apoie levemente o antebraço sobre o corpo do instrumento.
  • A palheta (se usar) fica entre polegar e indicador, inclinada 45°.
  • O movimento vem do pulso, não do cotovelo.
  • Para abafar (samba): palma toca as cordas logo após a batida pra baixo.
⚠️ Atenção: Tocar com dor é sinal de tensão excessiva. Pausas curtas a cada 15–20 minutos evitam lesões e aceleram o aprendizado.
03

Afinação: Ré-Sol-Si-Ré

O cavaquinho e o banjo de samba usam a mesma afinação. Da corda mais grossa (4ª) à mais fina (1ª):

D · RéMais grave
G · Sol
B · Si
D · RéMais aguda

Note que a 4ª e a 1ª são ambas Ré — mas a 1ª soa uma oitava acima. Use o afinador online abaixo para conferir de ouvido.

🎵 Macete: "Do i SolSima pública" — Ré, Sol, Si, Ré. Repita até decorar.
04

Como ler um diagrama de acorde

Os diagramas mostram o braço do instrumento de frente:

  • Linhas verticais = as 4 cordas (da 4ª à 1ª, da esquerda para a direita).
  • Linhas horizontais = os trastes (de cima para baixo: 1ª, 2ª, 3ª casa...).
  • Ponto preenchido ● = onde o dedo aperta.
  • O (círculo vazio) = corda solta (não aperta, mas toca).
  • X = corda muda (não toca).
  • Barra horizontal = pestana (um dedo cobrindo várias cordas).
Sol maior (G)
OOOO
G: dedos na 1ª corda (2ª casa) e 4ª+2ª cordas (3ª casa)
05

Escala cromática e notas no braço

A escala cromática tem 12 notas. Cada casa no braço sobe meio tom:

Dó♯/Ré♭Ré♯/Mi♭MiFá♯/Sol♭SolSol♯/Lá♭Lá♯/Si♭Si

As notas das cordas soltas do cavaquinho na escala são: Ré (4ª), Sol (3ª), Si (2ª) e Ré (1ª). Na 1ª casa de cada corda a nota sobe meio tom, na 2ª casa sobe mais um, e assim por diante.

🎯 Exercício: Na 3ª corda (Sol), toque solta = Sol. 2ª casa = Lá. 4ª casa = Si. 5ª casa = Dó. Você acabou de tocar parte de uma escala maior!
06

Primeiros acordes e ritmo básico

Com apenas três acordes você já toca centenas de músicas brasileiras:

Sol (G)O acorde mais comum. Base do samba e do pagode.
Dó (C)Subdominante do Sol. Sempre aparece junto.
Ré7 (D7)O "acorde da tensão" — resolve para o Sol.

Use o dicionário para ver os diagramas e ouvir cada um. Pratique a sequência G → C → G → D7 → G até a troca sair automática.

1

Afine o instrumento

Ré-Sol-Si-Ré. Use o afinador abaixo antes de cada sessão.

2

Monte G, C e D7

Veja os diagramas no dicionário. Troque devagar, sem pressa com velocidade.

3

Batida simples

Toque tudo pra baixo, um por tempo. 4 tempos por compasso. Metrônomo a 60 bpm.

4

Adicione o suingue

Alterne pra baixo (tempo forte) e pra cima (contratempo). Abafe levemente com a palma.

5

Some as sétimas

G7, C7, A7, E7 — o tempero do samba. Consulte todos no dicionário, com som.

01

Campo harmônico maior

O campo harmônico é a família de 7 acordes que "pertencem" a uma tonalidade. Em Sol maior (G):

IGTônica
IIAmSubdominante
IIIBmMediante
IVCSubdominante
VD7Dominante
VIEmRelativa menor
VIIF♯m7b5Sensível

O grau V (dominante) sempre "pede" para resolver no I. Por isso o D7 quer ir para o G — é tensão e resolução, a base da harmonia tonal.

🎯 Exercício: Toque G → Em → C → D7 → G. Essa progressão (I-VI-IV-V) aparece em dezenas de sambas e pagodes.
02

Acordes com sétima — a cor do samba

No samba e no choro, quase todos os acordes carregam uma sétima. Conheça os tipos:

7 (dom7)G7, C7, D7Acorde de tensão — quer resolver. É o mais usado no samba.
m7Am7, Em7Menor com sétima. Som mais suave e jazzy. Muito no pagode moderno.
7M (maj7)Gmaj7, Cmaj7Maior com sétima maior. Som romântico, muito no MPB e bossa nova.
m7b5F♯m7b5Meio-diminuto — o grau VII do campo harmônico. Raramente tônica.
dim (°)G°, A°Diminuto — muito no choro. Som tenso, simétrico, fácil de mover pelo braço.
💡 Macete: Dom7 sempre indica "dominante" — está pedindo para resolver. Se ver G7, o próximo acorde provável é C. Se ver D7, é G.
03

Palhetadas e técnicas de mão direita

Palhetada pra baixo (↓)

O movimento mais natural — segure a palheta entre polegar e indicador, inclinada, e desça pelo conjunto de cordas. É o tempo forte.

Palhetada pra cima (↑)

O contratempo. Suba as cordas logo após a descida. O toque é mais leve — as cordas ouvem diferente na subida.

Alternada (↓↑↓↑)

Base de toda batida rítmica. Pratique devagar com metrônomo até o movimento ficar suave e contínuo.

Abafamento (samba)

Logo após a palhetada pra baixo, a palma da mão direita toca levemente as cordas para cortar o som. Isso cria o "chique-chique" característico do samba.

Técnica sem palheta

No pagode, muitos tocam com a polpa do polegar (pra baixo) e a unha do indicador (pra cima). Som mais suave e redondo.

🎯 Exercício: Com metrônomo a 60 bpm, só palheta pra baixo em cada tempo. Depois adicione uma palheta pra cima no "e" (contratempo). Sente o swing aparecer.
04

Levadas por estilo

Cada gênero tem sua batida característica. O símbolo = pra baixo; = pra cima; = abafa.

Samba básico (2/4)

↓ ✋ ↑ ↓ ✋ ↑

Dois tempos com abafamento no "e". O abafamento da palma cria o balanço. Comece a 60 bpm, vá até 110.

Pagode (4/4)

↓ ↑ ↓ ✋ ↑ ↓ ↑ ↓

Mais levado, o abafamento cai no 3º tempo. Dá o balanço de quadril do pagode.

Partido alto

↓ ↑ ✋ ↑ ↓ ↑ ↓ ↑

O mais sincopado — o abafamento cai em lugar inesperado e cria a ginga do partido alto.

Choro (2/4)

↓ ↑ ↓ ↑ (rápido)

Alternada constante e rápida, sem abafamento. O choro pede precisão e velocidade — comece lento.

Use a seção de Ritmos abaixo para ouvir cada levada com metrônomo e praticar junto.

05

Acompanhar por cifra — ouvir a tonalidade

Para tocar de ouvido numa roda, você precisa identificar a tonalidade da música e saber quais acordes pertencem a ela.

  1. Identifique o acorde "em casa" — o que fecha cada frase musical. Esse é o I (tônica).
  2. Mapeie o campo harmônico — se a tônica é G, os acordes prováveis são G, Am, Bm, C, D7, Em, F♯m7b5.
  3. Ouça o V (dominante) — o acorde de tensão antes da resolução. Aquele "vai chegar em casa" da música.
  4. Experimente acordes da família — se errou, deslize para um vizinho. O ouvido vai guiar.
🎵 Exercício: Coloque um pagode conhecido. Identifique quando a música "fecha" (chegou na tônica). Toque o campo harmônico dessa nota e vá encaixando os acordes.
01

Substituições harmônicas

Substituições permitem trocar um acorde por outro mais colorido, mantendo a função harmônica.

Substituto de trítono (V7 → bII7)

O dominante G7 pode ser substituído pelo Db7 — distam um trítono, mas têm as mesmas notas de tensão (Si e Fá). O resultado é uma descida cromática suave: Db7 → C.

II-V-I (a cadência do jazz e do choro moderno)

Em vez de ir direto ao V, prepare com o IIm7: Am7 → D7 → G. Isso é a base de dezenas de progressões no choro e MPB.

Relativa menor

O VI menor substitui o I maior com suavidade: Em substitui G. Dá um tom mais melancólico à progressão sem sair da tonalidade.

Dominante secundário

Qualquer acorde do campo pode ganhar um dominante próprio. Antes de Am (II), coloque E7 (V/II). Antes de D7 (V), coloque A7 (V/V). Enriquece a harmonia progressivamente.

02

Escalas para improvisação

Escala pentatônica maior

5 notas, zero nota "errada" — funciona sobre quase tudo. Em Sol: G A B D E. Sobe e desce essas notas sobre uma progressão G-C-D7 e você já está improvisando.

Escala pentatônica menor

Em Mi menor: E G A B D. Funciona sobre progressões menores e também sobre o relativo maior (G). Muito usada no pagode e samba-rock.

Escala maior (jônica)

7 notas — a escala do campo harmônico. Sobre o acorde G use a escala de G maior. Evite o 4º grau (C) sobre o acorde G para não criar tensão indesejada.

Modo mixolídio (sobre dominantes)

Escala maior com o 7º grau abaixado. Sobre G7: G A B C D E F. É a escala "natural" sobre acordes dom7 — muito usada no choro.

🎯 Exercício: Grave 4 compassos de G, depois toque a pentatônica de Sol subindo e descendo. Brinque com o ritmo antes de pensar em licks elaborados.
03

Solo de cavaquinho no choro

No choro, o cavaquinho às vezes sai do acompanhamento e faz o contracanto ou solo. Algumas técnicas específicas:

  • Ligados (hammer-on e pull-off): toque a nota e martele a próxima sem palhetar de novo (hammer-on), ou puxe o dedo para soar a nota abaixo (pull-off). Dá fluidez ao fraseado.
  • Cromáticos de passagem: entre duas notas do acorde, passe por uma nota cromática intermediária. Característica marcante do choro.
  • Baixaria: na parte grave (4ª e 3ª cordas), construa uma linha de baixo melódica enquanto mantém notas do acorde nas cordas agudas.
  • Velocidade gradual: o choro exige velocidade, mas precision vem antes. Use metrônomo: comece a 60 bpm, aumente 5 bpm por sessão.
🎵 Referência: Ouça Waldir Azevedo (cavaquinho solista no choro), Ademilde Fonseca (sambas e choros) e Zeca Pagodinho para ouvir o instrumento nos diferentes contextos.
04

Transposição de tonalidade

Transpor é reescrever uma música em outra tonalidade — para encaixar na voz do cantor ou num conjunto.

  1. Identifique os graus (I, II, V, VI...): Em vez de pensar em notas, pense em funções. G=I, Am=II, D7=V em Sol maior.
  2. Escolha a nova tônica: Se quiser em Dó (C), o I=C, o II=Dm, o V=G7.
  3. Aplique o mesmo padrão: onde havia I coloque C, onde havia V coloque G7, e assim por diante.
  4. Capotraste: uma solução rápida — coloque o capo na 5ª casa e toque como se fosse em Sol. O som sai em Dó.

Sol maior (G)

I: G · II: Am · III: Bm · IV: C · V: D7 · VI: Em

Dó maior (C)

I: C · II: Dm · III: Em · IV: F · V: G7 · VI: Am

Ré maior (D)

I: D · II: Em · III: F♯m · IV: G · V: A7 · VI: Bm
05

Arranjo para conjunto

Na roda de samba e pagode, cada instrumento tem um papel específico:

🎸 Violão de 7 cordas

Faz a "baixaria" — linha de baixo melódica na 7ª corda (Si grave). Preenche os espaços entre os acordes com contraponto.

🎵 Cavaquinho / Banjo

Mantém a levada rítmica e a harmonia. No samba, o cavaquinho "corta" com abafamento. No pagode, o banjo lidera a célula rítmica.

🥁 Pandeiro

Divide o tempo e dá o swing. O cavaquinho e o pandeiro precisam "travar" juntos — o abafamento do cavaco deve coincidir com o prato do pandeiro.

🎤 Voz

O cavaquinho acompanha a melodia vocal — sobe a intensidade nos refrões, abre espaço nos versos, e faz "respostas" instrumentais nos finais de frase.

💡 Dica de roda: Quando entrar numa roda de samba, primeiro ouça por um minuto. Identifique quem está puxando o ritmo, a tonalidade, e entre devagar — volume baixo primeiro, depois vai encaixando.
Dicionário interativo

Todos os acordes, com som

Escolha a nota e o tipo. Veja onde pôr os dedos, quais notas saem e ouça o acorde. Cada forma foi conferida nota por nota.

Nota (tônica)
Tipo de acorde
Sol
G

Batidas com metrônomo

Sinta o ritmo na mão

A batida é o coração do cavaquinho. Escolha um estilo e toque junto: o pulso forte é o baixo no tempo; os fracos são os ataques leves para cima.

95 bpm

Toque no seu instrumento acompanhando o pulso. Comece devagar e vá acelerando conforme ganhar firmeza.

Para tocar hoje

Músicas para começar

Peças tradicionais e de domínio público, com a sequência de acordes pronta. Toque cada acorde por um compasso e repita.

Asa Branca

Baião · Luiz Gonzaga (tradicional)

G · C · G · D7 · G

Um dos baiões mais conhecidos do Brasil. Só três acordes maiores e o Ré com sétima.

Parabéns pra Você

Domínio público

G · D7 · G · C · G · D7 · G

Perfeita para treinar a troca entre Sol, Ré7 e Dó sem pressa.

Cielito Lindo

Tradicional

G · D7 · G

Valsa clássica com apenas dois acordes — ideal para o primeiro dia.

Marcha Soldado

Cantiga · domínio público

C · G7 · C

Melodia simples para fixar a troca entre Dó e Sol com sétima.

Consulte cada acorde no dicionário para ver onde pôr os dedos e ouvir o som.

Aprenda mais rápido

Erros comuns de quem começa

Reconhecer esses tropeços cedo poupa meses de frustração. Todo mundo passa por eles.

Apertar corda demais

Força além do necessário cansa a mão e desafina. Pressione só o suficiente para o som sair limpo.

Correr antes da hora

Velocidade vem depois da precisão. Toque devagar e limpo; o metrônomo é seu melhor amigo.

Ignorar a mão direita

Muita gente foca só nos acordes e esquece a batida — mas é ela que dá o suingue. Treine as duas mãos juntas.

Não afinar

Tocar desafinado desanima e vicia o ouvido. Afine sempre antes de começar, nem que leve um minuto.

Pular a troca de acordes

O segredo é treinar a transição, não o acorde parado. Repita só a mudança de um acorde para o outro.

Desistir na primeira semana

A ponta dos dedos dói no começo e forma calo em poucos dias. Persista: logo passa e vira natural.

Afinador online

Afine de ouvido

Toque cada corda solta e ajuste a sua até o som ficar igual. Da esquerda para a direita: 4ª (grave) à 1ª (aguda).

Dica: use o diapasão de referência do Lá (segunda casa da 3ª corda) se quiser afinar pelo padrão 440 Hz.

Dicionário de termos

O que significa cada palavra

Os termos que você vai encontrar em cifras, aulas e rodas — explicados em linguagem simples.

Acorde
Três ou mais notas tocadas juntas. É o que a mão esquerda monta no braço.
Afinação
A nota de cada corda solta. No cavaquinho e no banjo: Ré-Sol-Si-Ré.
Batida
O ritmo da mão direita. Cada estilo (samba, pagode, choro) tem a sua.
Casa
O espaço entre dois trastes no braço. "2ª casa" é onde o dedo aperta.
Cavalete
A peça sobre o corpo onde as cordas se apoiam antes de fixar.
Cifra
A letra que representa o acorde (C = Dó, G = Sol, A7 = Lá com sétima).
Corda solta
Corda tocada sem apertar nenhuma casa. Marcada com "O" no diagrama.
Pestana
Um dedo pressionando várias cordas de uma vez, na mesma casa.
Sétima
Nota extra que dá o "tempero" do samba. Ex.: G7, A7, D7.
Suingue
O balanço, o "molho" do ritmo — o que faz a batida soar viva.
Traste
As barrinhas de metal no braço que dividem as casas.
Tônica
A nota que dá nome ao acorde. No Dó maior, a tônica é o Dó.
Sobre

Feito para quem está começando

Este site nasceu de um material de estudo simples e virou um pequeno curso aberto. A ideia é tirar o medo do começo: mostrar onde pôr os dedos, deixar você ouvir o acorde e praticar no seu ritmo.

Todas as digitações de acorde foram geradas a partir da teoria musical e conferidas uma a uma — cada forma toca exatamente as notas do acorde, sem os erros comuns das tabelas espalhadas por aí.

Cavaquinho e banjo de samba compartilham afinação e cordas, então o conteúdo serve igualmente para os dois instrumentos.

Ficha rápida

  • AfinaçãoRé · Sol · Si · Ré
  • Cordas4 (metal)
  • Serve paraCavaquinho e banjo
  • Acordes no dicionário144
  • CustoGrátis